AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

sábado, 10 de março de 2012

NOVAS FORMAS DE VER O AUTISMO - CHINA E CANADÁ

Muitas famílias têm dificuldade em lidar com as crianças autistas. Ajudar um filho autista pode, de facto, ser extremamente difícil para os pais e a educação desempenha um papel muito importante. No Canadá e na China, o Learning World mostra novas técnicas de ensino adaptadas ao autismo. Estivémos também à conversa com Theo Peters, neurologista e especialista em autismo.
China: primeiro centro dedicado à “doença da solidão”
Na China, milhões de crianças sofrem de perturbações incluídas no espectro do autismo. Uma condição que ainda é pouco conhecida no país. A condição, a que os chineses chamam “doença da solidão”, só foi reconhecida pelas autoridades do país em 2006.
“Estrelas e chuva” é o primeiro centro, na China, dedicado ao autismo. Aqui, os pais assistem às aulas com os filhos e assim aprendem a lidar com as especifidades das crianças autistas.
Para mais informações:
Compreender o autismo
O que é o autismo? Uma doença? Uma perturbação? Ou simplesmente uma diferença?
Theo Peters é neurologista e especialista em autismo. Para ele, os autistas são pessoas normais, simplesmente diferentes, não precisam de ser curadas. O Learning World conversou com o especialista belga por ocasião de uma conferência na cidade francesa de Dijon.
Canadá põe tecnologia ao serviço dos autistas
A tecnologia pode ser uma ferramenta importante para os autistas. No Canadá, uma escola recorre aos ‘tabletes’ para ensinar os pais a conhecerem melhor as reações dos filhos e ajudarem as crianças a comunicar com os outros.
Para mais informações:
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