AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

MÉTODO FLOORTIME - PARA AUTISTAS

Uma delas, a “floortime” tem como meta ajudar a criança autista se tornar mais alerta, ter mais iniciativa, se tornar mais flexível, tolerar frustração, planejar e executar seqüências, se comunicar usando o seu corpo, gestos, linguagem de sinais e verbalização. Se a criança já souber o PECS e a linguagem de sinais, trabalhe com isso no “floortime”. Se a criança ainda não conhecer nem a linguagem de sinais e nem o PECS, não use o “floortime” para começar esses métodos, uma vez que “floortime” não é hora de ensinar, mas explorar a espontaneidade, iniciativa da criança e a verbalização. O mais importante é despertar na criança o prazer de aprender.

Faça da hora do floortime uma hora de diversão, risos, brincadeira e reconheça as oportunidades do dia a dia para solucionar problemas e conseguir suportar mudanças. Use isso na sua rotina trabalhe as expectativas da crianca, o que a criança faz por ela.

Um resumo do Floortime:

Metas especificas do comportamento e estratégias do “Floortime”


Metas para a criança ser mais alerta e consciente
Atividade “Floor time”
Alerta e consciente
· Notar que algo está diferente
· Diferenciar informações sensoriais como visão, audição e outras
· Reconhecer que está enfrentando um obstáculo
· Identificar o problema
Tomar Iniciativa
· Encorajar a ser menos passivo no ambiente
· Não deixar este processo seguir automaticamente
Ter mais flexibilidade
· Crie mudanças pequenas e problemas para que a criança note, inicie e tolere mudanças
· Ajude a aprender e a lidar com estas situações aprendendo a resolver problemas e receber informações
Manter seqüências por mais tempo, com mais ações complexas e comunicação
· Ter experiências que requerem dar vários passos para resolver problemas (usando uma forma de comunicação)
· Questionar para saber quem quer o problema resolvido
· O que quer resolver
· Quando querem isso resolvido
· Onde eles querem isso resolvido
· Porque eles querem isso resolvido
· Quem pode resolver
· Envolta ações, gestos e palavras
Encontrar maneiras para resolver problemas
· Ajude a criança no processo de solucionar o problema (não diga ou mostre o que fazer. Seja sutil: Onde devemos procurar, que ferramentas precisa).


¨ Sugestões para Brinquedos: comida de mentirinha, caixas de produtos de mercado como do cereal, sabão em pó, coisas de casa. Roupas e móveis para bonecos, roupas suas, carinhos, ferramentas de plásticos, animais de vários tipos, quadro negro, giz, tinta, massinha, telefone, bonecos de plásticos que representem a família, pessoas da comunidade (como policial, bombeiro), blocos, crayons, bola e muitos outros brinquedos que estimule a imaginação e criatividade.

¨ Comunicação: Depois de observar a criança você pode usar as palavras, gestos (apropriados), linguagem de sinais, PECS . Use o interesse dela criança para construir a comunicação. No começo a criança pode não aceitar esta troca, insista e, com o tempo, notará que ela não só aceita, mas que estabelece troca e crescimento na comunicação.


¨ Deixe a imaginação da criança fluir: Deixe a criança ser líder da brincadeira (Criar). O seu papel é o de (faça comentários instrutivos, perguntas que estimulem a criação e a compreensão dos sentimentos).


¨ Estratégias para intervenção: Não importa o tipo de brincadeira o importante é que seja iniciada pela criança. Não se intimide com a possível rejeição, tente novamente. Insista em uma resposta para as perguntas. Se ela está interagindo com uma atividade, não mude para outra. Explore aquela iniciada. Saiba diferenciar quando deve usar a brincadeira para ensinar ou só criar e explorar situações sociais.


¨ Oportunidades para praticar Floortime com a criança: Dê assistência para solucionar problemas do dia-a-dia e suportar mudanças (identifique estas oportunidades e as use). Sugestões: na rotina diária, nas expectativas, nas atividades que a criança faz, crie desafios com pequenos passos.


¨ Oportunidades do dia a dia para praticar Floortime com a criança: Tirar e vestir a roupa: ofereça a opção de fazer uma escolha e, se for muito difícil escolher sozinha (a camisa verde ou azul, calça branca ou preta), ajude-a. O mesmo para tirar a roupa, deixe escolher o que vai tirar primeiro.

Nas refeições converse com a criança sobre a comida (quem gosta de cenoura? O coelho, onde o coelho mora?), sempre assuntos relacionados.

No carro ou ônibus puxe assunto (olha o cachorro, ele faz “au-au”), cante músicas que a criança goste, insista na participação da criança.

Quando deixar a criança na escola dê o seu tempo e atenção. Pergunte sobre os projetos de arte na sala, os alunos e outras coisas que chamem a atenção. Mostre seu carinho e diga sempre “até-logo”. Ao retornar, pergunte como foi o seu dia (mesmo que normalmente não obtenha resposta) e deixe-a contar, de alguma forma, o que fez.

Na hora do banho brinque com a criança na banheira. No chuveiro cante uma musica que demonstre os passos para se lavar.

Leia um livro e ao ler preste atenção na emoção da criança. Faça perguntas, mostre situações, discuta a história. Aproveite para usar este momento para se aproximar, chame-a para se sentar no seu colo ou ao seu lado. Livros com figuras serão mais bem recebidos, pois despertam o interesse apelando para o sentido da visão. (Leia sempre, mesmo que ache que não está prestando atenção).

Na hora de dormir tente se aproximar, fazer carinhos; cante cantigas de ninar até a criança dormir. 

¨ Usar atividades do dia a dia para solucionar problemas:
¨ Mude de lugar a cadeira nas horas das refeições. Deixe-a resolver como pode comer (ter a idéia de pegar a cadeira).
¨ Deixe a jarra de água fechada quando colocar água (deixe-a perceber qual é o problema, se for difícil, sutilmente dê uma sugestão).
¨ Na hora de tomar banho não ponha água na banheira (deixe-o perceber o problema e tentar uma solução).
¨ Mude os livros, brinquedos, fitas de vídeo, sapatos, etc. de lugar. Coloque duas meias no mesmo pé e deixe a criança perceber que está errado.
¨ Coloque a meia na mão (deixe perceber que esta errada).
¨ Dê um sapato de adulto para usar.
¨ Deixe o copo virado para baixo ao oferecer bebida.
¨ Coloque brinquedos em uma caixa que a criança possa ver e tenha dificuldade de abrir.
¨ Misture o quebra-cabeça com outras peças para dificultar a sua solução.


¨ Estratégias para comunicação:
¨ Brincadeiras sensoriais como pular, fazer cócegas, balanço.
¨ Use brinquedos como causa e efeito (esconda e deixe aparecer depois como mágica. Faça cócegas com uma pena ou com algo delicado para estimular os sentidos).
¨ Brinque de esconde-esconde, brincadeiras com as mãos e que usem cantigas.
¨ Brinque de ping-pong usando a verbalização.
¨ Responda a qualquer som que a criança faz.
¨ Use gestos (apropriados), tom de voz, linguagem do corpo para acentuar as emoções.
¨ Aceite as frustrações da criança da mesma maneira que você aceita as emoções positivas.
¨ Ajude-a lidar com a ansiedade (separação, se machucar, agressão, perda, medo), solução de problemas. (A criança deve solucionar sozinha e você pode sutilmente ajudar, não solucione por ela).


¨ Estratégias para ajudar a criança a construir palavras simbólicas:
¨ Identifique situações do dia a dia que a criança reconheça e goste e mantenha brinquedos disponíveis para poder brincar sobre essas situações
¨ Crie situações de faz-de-conta que despertem o interesse da criança.
¨ Deixe a criança descobrir o que é real e o que é ilusão. Deixe-a tentar vestir a roupa da boneca mesmo que não caiba; vestir-se de pirata e faça de conta que ela é o pirata. Se estiver com sede convide para tomar um chá, sente-se e brinque pretendendo ser uma festinha. Quando ela estiver com fome brinque de cozinhar invente ou crie um banquete real com comida.
¨ Estimule brincadeiras em que pretenda ser outra pessoa, se subir na suas costas finja ser um cavalo, no sofá uma montanha, ao brincar na piscina faça de conta que esta é ser o mar.
¨ Use bonecos para representar a família.
¨ Crie símbolos para os objetos ao brincar: p. e., a bola é um bolo.
¨ Ajude a criança a elaborar as direções ao brincar: quem esta dirigindo; onde está indo; porque está indo embora (mantenha a conversa o máximo possível e use palavras como: quem, o que, onde, por que).
¨ Quando aparecerem problemas crie uma solução simbólica para ajudar a resolvê-los.
¨ Brincando crie situações como se a boneca estivesse doente fazendo de conta que você e a criança são médicos, usando brinquedos iguais aos instrumentos dos médicos para ajudá-la. Crie situações em que o carro quebre e use as ferramentas para concertar (se envolva na trama, encoraje a imaginação).
¨ Faça perguntas a bonecas.Crie obstáculos na brincadeira, mude sua voz para ser outra pessoa.
¨ Use figuras que a criança goste como Barbie, Mônica, Homem-aranha.
¨ Adote um tema para trabalhar.
¨ Trabalhe a fantasia e a realidade.Deixe a criança dirigir, a brincadeira não precisa ser real, mas dê encorajamento à lógica.
¨ Foque no processo, identifique começo, meio, fim. Qual será o seu personagem (chore quando se machucar, mostre felicidade em situasões felizes, dê risadas, faça “voz de mau”. Dramatize para caracterizar e reconhecer as emoções. Reflita idéias e sentimentos brincando e no dia-a-dia).
¨ Discuta situações abstratas como homem malvado, o mocinho da historia, separação, ciúme, medo, ódio e outros.
¨ Brincando simbolicamente e conversando, deixe a criança atuar para compreender e superar obstáculos e, assim, alcançar o controle das emoções e das novas experiências.


¨ Estratégias para desenvolver o pensamento abstrato:
¨ Siga a idéia da criança e ajude na construção desta idéia.
¨ Desafie a criança a criar novas idéias na brincadeira (“faz-de-conta” – “Pretenda”).
¨ Pratique e amplie a interação (conversas, gestos, verbalização).
¨ Mantenha uma conversa lógica sempre (carro, ônibus, comendo, tomando banho, até mesmo brincando).
¨ Estimule a compreensão da fantasia e da realidade.
¨ Use brinquedos como sendo reais (usar roupas fantasias).
¨ Brinque com fantoches.
¨ Crie uma situação segura para brincar de agressão e poder.
¨ Reconheça medo e evite certos sentimentos envolvendo-os em temas e caracteres.
¨ Durante a brincadeira e conversa siga o começo, meio e fim da História (a idéia),
¨ Identifique problemas para serem resolvidos, motivos e sentimentos (aceite todos os sentimentos e encoraje a ênfase).
¨ Escolha livros para ler que tenham temas, motivos e problemas resolvidos. Discuta o que acontece e os sentimentos, pergunte porquê e as opiniões.
¨ Encoraje pensamentos abstratos.
¨ Compare e contraste diferentes idéias,
¨ Reflita os sentimentos com expressões.
¨ Use visualização (fotos, linguagem de sinais).
¨ Evite mecanismos prontos, fragmentos, questões acadêmicas (seja criativo),
¨ Tome a posição de ator, represente a família.
¨ Se envolva no drama, seja um personagem, fale com as bonecas faça perguntas mantenha uma conversa.


¨ Estratégias para desenvolver habilidades motoras:
¨ Encorajar desfazer (desconstruir coisas, idéias, etc.).
¨ Mover objetos em uma linha.
¨ Cobrir objetos desejados.
¨ Montar errado um quebra-cabeça.
¨ Colocar um brinquedo dentro de outro brinquedo.
¨ Mudar o brinquedo do último lugar em que a criança o colocou.
¨ Agir sempre de forma intencional e simbólica.
¨ Segurar um brinquedo com a figura de um animal e passear por outros lugares com ele.
¨ Brincar com tamborim (este tipo de movimento é muito estimulante).
¨ Brincar com carrinho roda, levar o carrinho para a garagem.
¨ Brincadeiras que usem as mãos (a canção da arranha, p.ex., e outras).
¨ Criar soluções a problemas que requerem vários passos para serem resolvidos.
¨ Colocar um objeto desejado dentro de uma caixa dificultando a sua abertura.
¨ Consertar brinquedos usando ferramentas de brinquedo.
¨ Criar obstáculos para criança pegar um objeto ou colocá-lo na posição correta: dê um livro para ler no lado ao contrário, um jogo que não funcione, sente-se no lugar favorito dela, tente chegar primeiro ao lugar que ela quer ir.
¨ Colocar um objeto dentro da sua mão e deixar a criança escolher a mão em que acha que está o objeto.
¨ Colocar fotos de revistas (mostre situações sociais) no nível dos olhos da criança Mude sempre as fotos, espalhe-as pela casa.
¨ Encorajar investigação de pistas e sinais.
¨ Usar sugestões indiretas (cadê você?).
¨ Arremessar uma bola em uma cesta.
¨ Modelar/mediar uma seqüência do que se deve fazer.
¨ Planejar suas idéias - conversar sobre o que a criança necessita para o seu dia.
¨ Guardar os brinquedos depois de brincar. (Noção de ordem).
¨ Desafiar, apresentar razões, negociar.
¨ Brincar interativamente. (Música use as mãos).
¨ Brincar de procurar o tesouro e use um mapa que explore o visual, verbal e as pistas.
¨ Brincar com jogos cognitivos. (Parque, cozinhar). Atividades que usem as artes e manufaturas (corte e cola, pinturas, etc.).
¨ Encorajar atividades atléticas (futebol, natação, ginástica e outros).
¨ Estratégias para processar dificuldades:

Ação da criança
Solução para o adulto
Evitar algo, ir para outro lado.
§ Persista na ação
§ Trate-a como intencional
§ Brinque de abstração
§ Atraia com “mágica”
§ Insista em uma resposta
Ficar parado ou não sabe o que fazer
§ Dê destinação
§ Use objetos de interesse
§ Amplie o uso dos objetos
§ Dê um outro sentido, use pistas “Começar, preparado, vai”.
Usar roteiro – ações repetidas (sempre a mesma história)
§ Participe
§ Ofereça um outro roteiro
Perseverante
§ Peça para ter a sua vez
§ Brinque, participe, imite, ajude.
§ Interaja
§ Pergunte “quantas vezes mais?”.
§ Selecione uma hora para ser “especial” e fazer estas atividades
Protesta
§ Fique triste
§ Faca de conta que não compreende
§ Restabeleça a comunicação
§ Explore alguns brinquedos (Super-homen, Barbie).


Rejeita, recusa.
§ Aumente as possibilidades de brincadeiras
§ Dê mais tempo
Não diz coisa com coisa
§ Insista em uma resposta
§ Note a troca
§ Termine o assunto
Faz birra, puxa, bate.
§ Providencie pistas afetivas (oh não!) para que a criança se regule.
§ Imponha limites
§ Recompense o bom comportamento

Como Luke e eu praticamos o “brincar e aprender”

Já praticava alguns métodos do “floortime” antes de conhecer esta abordagem. Introduzi um horário do dia para ser dedicado só ao “floortime” e este horário depende do meu dia-a-dia. Se estiver trabalhando fazemos “floortime” à noite e, no fim de semana, uso o método algumas vezes durante o dia. Como as oportunidades de praticar essa brincadeira educativa são muitas, a exploramos durante o nosso dia, espontaneamente fazendo perguntas, sutilmente dando sugestões. Quando estamos no carro sempre acho algo que o interesse e puxo conversa sobre este assunto. Cantamos as músicas que ele gosta. Na hora do banho e de escovar os dentes usamos música e PECS para ele realizar as seqüências sozinho. Na hora de dormir lemos um livro e discutimos a historia (tenho que fazer perguntas: o que é isso, o que você acha que vai acontecer) se eu não estimular, a conversa será curta, pois suas respostas são muito diretas.

As brincadeiras são sempre iniciadas por ele e sutilmente, sem tirar a sua espontaneidade e criatividade, apresento uma situação social que seja um problema para a gente, como ficar em fila no supermercado, p. ex., e trabalhamos isso. Outro exemplo: ele adora brincar de massinha e deixo que ele crie com isso o que quiser. Ele sempre faz animais. Então, eu crio situações como mercado e o ursinho deve esperar na fila a sua vez e o convido a brincar comigo.
Exploro muito o visual. Para ensinar as cores usava muitos jogos e brinquedos que abordam este tema. Na parede pregava um papel com uma cor (cortado em forma de nuvem para não confundir com formas geométricas), quando ele passava a nomear aquela cor eu colocava outra nuvem de outra cor. Com as formas geométricas segui o mesmo processo: usei um papel preto para não confundir com as cores e as formas geométricas. A cor preta foi à última que introduzi por que trabalhei estes dois conceitos (cor e formas geométricas) embora em horas separadas, no mesmo dia. Luke não levou muito tempo para aprender, mas foi trabalhado algumas vezes ao dia.
Tenho pela casa materiais variados e, como ele está aprendendo a ler, escrevo nas coisas seus nomes (parede, cama, TV, armário, etc.). Criamos jogos que explorem este assunto.
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