AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL - ÁREA : TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO - AUTISMO


> 1 - Identificação do Aluno
> 2 - Relato do Caso 
> 3- Características do Aluno 
> Aspectos
> Afetividade 
> Socialização 
> Cognição 
> Linguagem 
> Motricidade 
> Família 

> 4- Tipo de Problema

> 5 - Plano de Unidade de Ensino â€" semestral
> Objetivos Específicos 
> Conteúdos
> Desenvolvimento Metodológico 
> Recursos Didáticos 
> Parceiros e colaboradores

> 5.1 - Processos Avaliativos

> 5.2 - Livro adotado para o aluno estudar

> 5.3 - Bibliografia do professor do AEE

Orientações para o preenchimento do PDI nas Escolas Estaduais de Minas Gerais.

Conhecimentos e capacidades
do aluno Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.2. Cognitivos e metacognitivos

Os aspectos cognitivos e metacognitivos devem descrever como funcionam as funções psicológicas superiores: memória, atenção, percepção, raciocínio, pensamento e linguagem
Observar também a utilização de conceitos, a realização de inferências, a capacidade de dar exemplos, de fazer comparações, de classificar, etc.
Deve-se descrever principalmente em que situações essas funções ocorrem e como se manifestam.

As capacidades metacognitivas,implicam o conhecimento de seu próprio funcionamento cognitivo.
Envolvem o conhecimento que a pessoa tem do " que sabe e não sabe", do controle de seus processos mentais. A metacognição está relacionada às capacidades de auto regulação, ou seja, de planejar as atividades a serem realizadas, controlar sua execução e avaliar os seus resultados.

As habilidades cognitivas relacionam-se também com as exigências curriculares.
Elas são importantes porque estão sempre presentes em qualquer atividade que os alunos desenvolvem na escola já que permeiam todas as relações dos alunos com os objetos do conhecimento, seus professores, colegas e familiares. (Ver Construindo um novo modelo para a identificação de necessidades educacionais especiais", p. 65).
As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

Verificar essas habilidades por meio de observações do aluno, nas situações de aprendizagem, nas interações com os colegas e demais pessoas da escola pela linguagem, nas respostas que da ao que lhe é perguntado.

Em relação às capacidades cognitivas verificar se o aluno:
• É capaz de organizar e explicar suas experiências com o mundo dos objetos;
• é capaz de seriar, ordenar, classificar, fazer inferências, fazer abstração reflexiva, diferenciar causa e conseqüência;
• é capaz de dar exemplos, se utiliza conceitos, tira conclusões e faz generalizações;
• tem atenção (atende a uma ordem dada), se tem concentração (entende uma ordem dada), se é capaz de reter informações na memória (aprende o que foi construído ou ensinado);
• é capaz de aplicar o que aprendeu em outras situações semelhantes;
• é capaz de elaborar trabalhos completos ou se não consegue terminá-los;
• realiza atividades com mais freqüência, de forma mais esporadica ou que quase nunca realiza.

Em relação às capacidades metacognitivas, verificar se o aluno:
• planeja as atividades que tem que realizar;
• percebe quando erra ou acerta;
• reconhece suas dificuldades e tenta compensá-las.

A verificação das dificuldades que o aluno apresenta pode ser feita utilizando procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou em outras atividades; entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que se relacionem com o aluno; análise de material escolar, etc.

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.

Sugestões que podem ser úteis na construção de instrumentos de avaliação podem também ser encontradas no texto" Construindo um novo modelo para a identificação de necessidades educacionais especiais", nas páginas 66 e 67.
A partir da análise dos conhecimentos
e das capacidades cognitivas e metacognitivas do aluno e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos cognitivos e metacognitivos, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades realizadas em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

Ver o que fala sobre isto o texto, que se encontra no Centro de Recursos, " A
Avaliação educacional diagnóstica
e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, em relação a atividades diversificadas, na página 11.
Conhecimentos e capacidades
do aluno Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.3. Motoras e psicomotoras

Os conhecimentos e capacidades nessa área estão relacionados à psicomotricidade, que tem como elementos básicos:
1)Esquema corporal: compreensão do corpo como um todo e das partes e funções que o compõem.
2)Percepção espacial: compreensão da relação que tem com o seu corpo e com os objetos e pessoas com os quais convive.
3)Percepção espaço temporal: capacidade de movimentar-se e reconhecer-se no espaço, localizar as partes do seu corpo e situá-las no espaço, coordenando sua atividade e organizando sua vida cotidiana;
4)Coordenação motora fina e grossa: movimento harmonioso e eficaz de membros superiores e inferiores;
5)Lateralidade: noção de esquerda e direita.

As habilidades observadas podem se relacionar a:
• Flexibilidade motora: tonicidade, possibilidade de executar, intencionalmente, determinados movimentos com o corpo, movimentos involuntários;
• equilíbrio estático e dinâmico; controle mental das ações motoras em diferentes posições ou movimentos como, ficar em pé, sentado, ajoelhado, andar, correr, parar, etc.
• dominância lateral (esquerda/direita) e o domínio do esquema corporal.
A avaliação desste aspecto implicará em indicadores que permitam conhecer, por exemplo:
• Conhecimento que o aluno tem de seu próprio corpo: denominação de suas partes, localização e função das mesmas;
• reconhecimento, nomeação, localização das partes do corpo em relação a uma outra pessoa ou a uma figura humana desenhada;
• coordenação motora geral na execução de movimentos solicitados,seja por comando verbal ou por imitação gestual, nos jogos com bola, peteca, etc.

A verificação das dificuldades que apresenta pode ser feita utilizando procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades, entrevistas com profissionais da escola e fora dela que se relacionam com o aluno, análise de material escolar, etc.
Veja orientações sobre procedimentos para avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.

Ver outras sugestões que podem ser úteis para a avaliação das dificuldades que o aluno apresenta no texto" Construindo um novo modelo para a identificação de necessidades educacionais especiais", nas páginas 64 e 65.
A partir da análise dos conhecimentos
e das capacidades motoras e psicomotoras do aluno e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação a esses aspectos, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades realizadas em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, permitem que todos os alunos possam participar independentemente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.4. Interpessoais/afetivos

Os conhecimentos e capacidades do aluno nessa área referem-se:
• Ao equilíbrio pessoal e afetivo emocional;
• às relações interpessoais;
• a inserção social.

É importante também a participação em sala de aula, o relacionamento familiar, etc.

Sugerem-se como habilidades a serem observados em relação aos aspectos interpessoais e afetivos,
o grau de motivação que o aluno apresenta para a realização das tarefas escolares; como está sua auto-estima e auto-imagem, seu humor, empatia, amizade, sociabilidade, otimismo, respeito, cooperação, etc.

Verificar se demonstra capacidade de liderança e ética; se é persistente, como resolve conflitos e controla suas emoções; seu grau de autonomia e relacionamento com regras e convenções sociais, negociação e decisões etc.

Para uma avaliação das dificuldades que o aluno apresenta, ver sugestões apresentadas no texto que se encontra no Centro de Recursos, "Construindo um novo modelo para a identificação de necessidades educacionais especiais", nas páginas 67 e 68.
A partir da análise dos conhecimentos
e das capacidades interpessoais e afetivas do aluno e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação a esses aspectos, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades realizadas em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

As atividades programadas devem contribuir para o desenvolvimento de seu relacionamento com as pessoas – professores, colegas, outros funcionários da escola, familiares, etc.

As atividades em grupo promovem o desenvolvimento das relações interpessoais e os professores devem manter uma observação atenta do comportamento do aluno no grupo, incentivando-o a participar.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

Essa atitude do professor promove o equilíbrio pessoal, afetivo e emocional do aluno, favorecendo suas relações interpessoais e consequentemente, sua inserção social.

Conhecimentos e capacidades
do aluno Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.5. Comunicacionais

Envolvem a comunicação com colegas, família, professores e demais profissionais da escola nas mais variadas situações de vida, seja no interior da escola, em casa ou nos vários ambientes sociais.

(Ver o Anexo do Projeto Incluir. Plano de Desenvolvimento do Aluno, p. 107)

Envolvem os processos de linguagem oral e de linguagem escrita, ou seja, a escrita, a leitura e a compreensão.

Referem-se a aspectos comunicacionais, ou seja, a capacidade de estabelecer uma comunicação verbal e escrita a que chamamos linguagem.

As habilidades a serem observadas se relacionam à comunicação com os outros colegas, professores, outros profissionais da escola e familiares.

Verificar se o aluno escuta e compreende, ou escuta, mas não compreende, ou se não escuta; se atribui um sentido diferente ao solicitado, por dificuldade em se descentralizar em relação às suas idéias.

O aluno lê e compreende; não lê; lê, mas não compreende; interpreta parcialmente instruções escritas. Como é a sua produção escrita (grafismo, vocabulário, qualidade da escrita). Como é a ortografia (natureza dos erros que comete - se conceituais, construtivos ou ortográficos, se erra por distração, por dificuldades na interpretação da instrução, etc.. Ver texto "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares", - O processo de avaliação diagnóstica na sala de aula, página 6.

Para se avaliar as dificuldades que o aluno apresenta nessa área, devem ser tomadas como referência as orientações curriculares para o ano ou ciclo que ele cursa.

A partir dos objetivos gerais propostos para a etapa, ano ou ciclo, é que são definidas as habilidades indispensáveis ao desenvolvimento e aprendizagem do aluno.

Os objetivos definem quais as habilidades o aluno precisa desenvolver e os conteúdos curriculares são selecionados de forma a permitir o desenvolvimento dessas habilidades.

Um exemplo de como podem ser construídas pautas de observação dos alunos em relação às suas habilidades e/ou dificuldades pode ser encontrado na página 63 do texto colocado no Centro de Recursos, "Avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais".
A partir dos conhecimentos e capacidades comunicacionais do aluno e após uma análise das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer de que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar, independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.6.1. Relação do aluno com o conhecimento, com as atividades escolares e com qual ou quais áreas tem maior identificação.

4.2.6.2.1. Língua Portuguesa

Os conhecimentos e competências do aluno na área de Língua Portuguesa, devem ser definidos a partir das orientações encontradas nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, nas orientações
pedagógicas da SEE/MG elaboradas pelo CEALE e na Resolução SEE nº. 1.086/08 de
16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental nas escolas estaduais do Estado de Minas Gerais, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização.
Deve também ser consultado
o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para esta área.

As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e habilidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base nesses indicadores, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

Como exemplo, podemos citar o que está previsto na Resolução da SEE nº. 1086, de 18/04/2008, art. 4º, em relação a esse conteúdo, para o 3º ano do ciclo de alfabetização:
Ao final do 3º ano todos os alunos devem ser capazes de
• ler e compreender textos mais extensos;
• localizar informações no texto;
• ler oralmente com fluência e expressividade;
• produzir frases e pequenos textos com correção ortográfica.
A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno é que se podem avaliar melhor as dificuldades que ele apresenta.

Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades extra classe; entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno; análise de material escolar e outros, que permitam responder sobre a aquisição das capacidades propostas pela área de conteúdo para o ano, como:
• o aluno é capaz de ler e compreender textos extensos?
• É capaz de localizar informações no texto, lê oralmente com fluência e expressividade?
• Produz frases e pequenos textos com correção ortográfica?

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.

A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados à Língua Portuguesa e após uma análise das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.6.2.2. Matemática

Os conhecimentos e competências do aluno em Matemática, devem ser definidos a partir das orientações encontradas nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, nas orientações pedagógicas da SEE/MG, Resolução SEE nº. 1.086/08 de
16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental, nas escolas estaduais de Minas Gerais, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização.
Devem também ser consultado
o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para esta área.

As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e capacidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

Como exemplo, podemos citar o que está previsto na Resolução da SEE nº. 1086, de 18/04/2008, art. 6º, em relação a esse conteúdo, para o 3º ano do ciclo de alfabetização:
Em relação ao conteúdo de Matemática, para o 3º ano do ciclo de alfabetização, todos os alunos devem ser capazes de
• Compreender e utilizar o sistema de numeração;
• Dominar os fatos fundamentais da adição e subtração;
• Realizar cálculos mentais com números pequenos;
• Dominar conceitos básicos relativos a grandezas e medidas , etc.

A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno é que se pode avaliar melhor as dificuldades que ele apresenta.

Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades extra classe; entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno; análise de material escolar, etc., que permitam responder sobre a aquisição das capacidades propostas pela área de conteúdo para o ano, como:
• O aluno compreende e utiliza o sistema de numeração?
• Domina os fatos fundamentais da adição e da subtração?
• Realiza cálculos mentais com números pequenos?
• E outras perguntas....

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.

A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados à área da Matemática e após uma análise das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.6.2.3. História

Os conhecimentos e competências na área de História devem usar como referência as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, a Resolução SEE nº. 1.086/08 de 16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização e o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para a área.
Em relação aos conteúdos a serem desenvolvidos pode-se também serem usados livros didáticos indicados pela SEE e MEC.



As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e capacidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

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A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno, é que se pode avaliar melhor as dificuldades que ele apresenta.

Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades extra classe; entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno; análise de material escolar, etc., que permitam responder sobre a aquisição das capacidades propostas pela área de conteúdo.

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.


A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados à área de História e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.6.2.4. Geografia

Os conhecimentos e competências na área de Geografia devem usar como referência as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, a Resolução SEE nº. 1.086/08 de 16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização e o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para a área.
Os conteúdos podem também ser desenvolvidos usando-se livros didáticos e para didáticos indicados pela SEE e MEC.



As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e capacidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno é que se pode avaliar melhor as dificuldades que ele apresenta.

Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou em outras atividades extra classe; entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno; análise de material escolar, etc.

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, p.3 à p. 10.
A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados à área de Geografia e após uma análise das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos avaliados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.
4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.6.2.5. Ciências Naturais

Os conhecimentos e competências na área de Ciências Naturais devem usar como referência as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, a Resolução SEE nº. 1.086/08 de 16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização e o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para a área.
Os conteúdos podem também ser desenvolvidos usando-se livros didáticos e para didáticos indicados pela SEE e MEC.


As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e capacidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno é que se pode avaliar melhor as dificuldades que o aluno apresenta.

Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades extra classe; entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno; análise de material escolar, etc.

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.

A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados à área de Ciências Naturais e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.6.2.6. Artes

Os conhecimentos e competências na área de Artes devem usar como referência as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, a Resolução SEE nº. 1.086/08 de 16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização e o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para a área.

As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e capacidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno é que se pode avaliar melhor as dificuldades que o aluno apresenta.
Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades extra classe; entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno; análise de material escolar, etc.

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.


A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados à área de Artes e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula

4.2.6.2.7. Educação Física

Os conhecimentos e competências na área de Educação Física devem usar como referência as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, a Resolução SEE nº. 1.086/08 de 16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização e o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para a área.


As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e capacidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno é que se pode avaliar melhor as dificuldades que o aluno apresenta.
Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades extra classe; entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno; análise de material escolar, etc.

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.

A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados à área de Educação física e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula
4.2.6.2.8. Língua estrangeira

Os conhecimentos e competências na área de Língua estrangeira devem usar como referência as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, a Resolução SEE nº. 1.086/08 de 16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização e o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para a área.

As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e capacidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno é que se pode avaliar melhor as dificuldades que o aluno apresenta.

Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades extra classe, entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno, análise de material escolar, etc.

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.

A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados à área de Língua estrangeira e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6. Conhecimentos e capacidades
do aluno nas áreas de conhecimento Habilidades
observadas Dificuldades que apresenta Planejamento pedagógico a ser desenvolvido com o aluno em sala de aula
4.2.6.2.9. Temas transversais

Os conhecimentos e competências na área de Temas Transversais devem usar como referência as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, a Resolução SEE nº. 1.086/08 de 16/04/08 que dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino fundamental, a partir do mínimo exigido para a aprendizagem em cada ano de escolarização e o Projeto Pedagógico da escola em relação as orientações curriculares para a área.

As habilidades observadas dependem do que está previsto na proposta curricular como indicadores de desempenho (conhecimentos e capacidades) para o ano que o aluno cursa, identificando, com base neles, as habilidades indispensáveis para que o aluno alcance bons resultados.

A partir da análise feita e após avaliação das habilidades previstas para o conteúdo e o ano ou série do aluno é que se pode avaliar melhor as dificuldades que o aluno apresenta.

Para a verificação das dificuldades devem ser utilizados procedimentos variados de coletas de dados como, observações sistemáticas e assistemáticas em sala de aula ou outras atividades extra classe, entrevistas com profissionais da escola e fora dela, que tenham contato com o aluno, análise de material escolar, etc.

Veja orientações sobre os procedimentos para esta avaliação encontrados no texto, "A Avaliação educacional diagnóstica e as práticas curriculares" de PIMENTEL e CORRÊA, da p.3 à p. 10.

A partir dos conhecimentos e capacidades do aluno, relacionados aos Temas Transversais e após uma avaliação das habilidades e das dificuldades observadas em relação aos aspectos analisados, pode-se planejar estratégias a serem desenvolvidas nas atividades em sala de aula.

A intervenção tem que ser adequada, e deve ter como objetivo trabalhar a dificuldade de cada aluno, sem perder de vista o conteúdo que está sendo desenvolvido com toda a turma.

É importante não esquecer que as atividades devem ser diversificadas, dentro de um mesmo conteúdo, de forma que todos os alunos possam participar independente das diferenças que eles apresentem.

4.2.6.3. Quais as dificuldades do aluno e em que situação elas se fazem mais presentes?
Ao término da avaliação inicial diagnóstica o professor e a equipe pedagógica da escola que realizou o estudo, têm condições de descrever o processo de aprendizagem do aluno.

4.2.6.4. Outras informações que julgarem necessárias
Esse espaço é destinado a outras informações complementares consideradas importantes pela equipe de profissionais que realizou a avaliação inicial diagnóstica.
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