AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

sábado, 5 de março de 2011

DIETA SGSC - INFORMAÇÕES CLAUDIA MARCELINO

Glúten, caseína e a dieta SGSC

Alguns psicólogos, médicos, professores e pais são céticos quanto a alimentos completamente inocentes como o pão, as massas ou o leite possam vir a ser responsáveis pelos comportamentos compulsivos das crianças com problemas de desenvolvimento, mas a reportagem do DAN (Defeat Autism Now) do ano 2002, sobre as opções biomédicas para tratar crianças com autismo do Dr.Pangborn, afirma que mais da metade das crianças com autismo que ele conheceu e que têm seguido a dieta sem gluten (trigo) e sem caseína (leite) têm melhorado tanto que podem seguir a dieta durante toda a vida.
Um importante grupo de cientistas de diferentes países do mundo, como a Noruega, a Escócia e os Estados Unidos informou que depois das pesquisas descobriram que há uma redução dos sintomas autistas ao se eleiminar alimentos que contenham trigo e leite. A explicação se baseia no trabalho do Dr.Kart Reichelt que encontrou peptídeos anormais na urina de pessoas com autismo. Estes peptídeos são aparentemente similares aos que o suiço, Dr.Christopher Gilberg ou o Dr. Cade na Universidade da Florida descobriram em
suas pesquisas.
Depois a Unidade de Pesquisas do Autismo reafirmou estas descobertas na Universidade de Suderland, sob a direção do Dr. Paul Shattock. Conforme o Dr. Shattock: “Na urina de aproximadamente 50% das pessoas autistas os níveis de substâncias opiáceas parecem ser elevados”.
Em seu livro o Dr. Shaw explica que um processo incompleto de digestão das proteínas do trigo e do leite, deixa os aminoácidos unidos em cadeias curtas, chamadas de peptídeos. Se os peptídeos tiverem uma atividade biológica denominam-se como opiodes, os quais podem filtrar-se pelo intestino permeável e penetrar na corrente sanguínea, o que poderia causar problemas comportamentais e neurológicos sérios. A caseína produz um peptídeo chamado
de caseomorfina e o trigo produz a gliadinomorfina, os quais agem como a morfina no corpo e são os responsáveis por muitas crianças se agridirem sem sentir dor nenhuma. 
 
“Nos Estados Unidos e na Europa as dietas sem glúten sem caseína estão produzindo resultados benéficos em quase 80% de crianças de espectro Autista e com transtornos do desenvolvimento” conforme à pesquisa da Dra. Domínguez incluída em seu livro.

A Dra. Domínguez, mãe de uma adolescente com autismo, afirma que depois da implementação da dieta sem glúten e caseína com sua filha, o contato visual melhorou dramaticamente, os risos e a euforia noturna que se apresentavam depois de comer trigo sumiram, assim também se normalizaram o padrão de sono e a hiperatividade.

Além dos problemas gastrintestinais e problemas de peptídeos já mencionados, podem também apresentar índices elevados de metais pesados e alergias alimentares, as quais podem contribuir para diferentes comportamentos nas crianças com autismo. Para estes dois últimos sintomas, também há tratamentos, testes de laboratório e experiências próprias.  

Tipo sanguíneo / glúten e caseína

Os vários grupos de sangue estão também relacionados à sensibilidade observada a certos alimentos. De acordo com o Dr. Peter D’Adamo, aqueles com tipo O e tipo A são particularmente sensíveis aos produtos diários. Aqueles com sangue tipo O são também extremamente sensíveis ao trigo. 
 
 

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