AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Elementos chave para diferenciar PDAH e PEA




Perturbações do Défice de Atenção e Hiperactividade (PDAH) e Perturbações do Espectro Autista (PEA) partilham várias características clínicas , o que torna o diagnóstico diferencial difícil. Ambas as doenças apresentam um déficit no controle de execução (planeamento e execução de tarefas cognitivas complexas) e problemas com a função social. Métodos para distinguir os dois são necessários para ajudar os clínicos e os pais a obterem um diagnóstico correcto e iniciar o tratamento adequado.

Buhler e colegas publicaram recentemente um estudo que analisa as qualidades psicológicas de controle inibitório e da teoria da mente como qualidades diferenciais. Os elementos chave do desenho do estudo incluem:

Sujeitos: três grupos - um grupo com diagnóstico de PEAde uma clínica especialista alemã. Um segundo grupo de crianças diagnosticadas com PDAH. Um terceiro grupo formado por crianças com quer um diagnóstico de ASD, quer um diagnóstico de PDAH.
Testes neuropsicológicos: Incluiu um teste de desempenho de atenção (teste de bateria de Atenção Desempenho TAP) e teoria da mente (Facial Emotion Matching-FEM) e a atribuição de tarefas Sociais (SAT).
Análise Estatística: A análise discriminante de função foi concluída para determinar a combinação de pontuação dos testes que separou os grupos de diagnóstico.

Os autores descobriram que os erros de instruções da combinação da TAP com erros de visão do FEM fornecem classificação moderada entre as crianças mais jovens (valor preditivo positivo para PEA de 65% e 79% para o PDAH). As crianças mais velhas (acima de 10 anos de idade) foram discriminados por uma combinação de erros de instrução sobre a TAP e o tempo de reação na FEM. Os valores preditivos positivos foram um pouco menores para os filhos mais velhos - de 63% para PEA e 51% para o grupo PDAH.

Os autores concluíram: ".. a especificação das categorias existentes de PEA e de PDAH em referência ao parâmetro de controle inibitório e adotando uma perspectivas de desenvolvimento com a teoria da mente, permite a diferenciação entre as perturbações."

Combinar testes neuropsicológicos e de imagem cerebral podem fornecer uma melhor estratégia de pesquisa para distinguir entre esses dois distúrbios com início na infância.

Fonte: AQUI
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