AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Cientistas da Universidade de Guelph, no Canadá, desenvolveram a primeira vacina capaz de ajudar a controlar os sintomas do autismo em crianças.

http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34620/geral/equipe-cria-primeira-vacina-capaz-de-reduzir-sintomas-do-autismo


A vacina à base de carboidrato tem como alvo a bactéria intestinal Clostridium bolteae, comum em crianças autistas.

C. bolteae é conhecida por desempenhar um papel em distúrbios gastrointestinais, e muitas vezes está em maior número no trato gastrointestinal de crianças autistas do que naqueles de crianças saudáveis.

Mais de 90% das crianças com transtornos do espectro do autismo sofrem de sintomas gastrointestinais crônicos graves. Destes, cerca de 75% sofrem de diarreia.

"Pouco se sabe sobre os fatores que predispõem as crianças autistas a C. bolteae", destaca o pesquisador Mario Monteiro. Embora a maioria das infecções sejam tratadas por alguns antibióticos, disse ele, a vacina iria melhorar o tratamento atual.

"Esta é a primeira vacina desenvolvida para controlar constipação e diarreia causada por C. bolteae e talvez controlar sintomas do autismo associados a este micróbio", afirma Monteiro.

Casos de autismo aumentaram quase seis vezes ao longo dos últimos 20 anos, e os cientistas não sabem por que. Embora muitos especialistas apontem para fatores ambientais, outros têm se centrado no intestino humano.

Alguns pesquisadores acreditam que as toxinas e / ou metabolitos produzidos pelas bactérias intestinais, incluindo C. bolteae, podem ser associados com a severidade dos sintomas e do autismo.

A nova vacina anti-C. bolteae ataca polissacarídeos complexos específicos, ou hidratos de carbono, na superfície da bactéria.

A vacina aumentou anticorpos específicos de C. bolteae em coelhos. Os médicos também podem usar os anticorpos induzidos pela vacina para detectar rapidamente a bactéria em um ambiente clínico.

A vacina pode demorar mais de 10 anos ate a conclusão de ensaios pré-clínicos e humanos. "Mas este é um primeiro passo importante na concepção de uma vacina multivalente contra várias bactérias do intestino relacionadas ao autismo", ressalta Monteiro.

O trabalho foi publicado na revista Vaccine.
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