AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

MANUAIS E PALESTRAS

Manuais

[pdf] Lear, K. Ajude-nos a aprender: um programa de treinamento em ABA.
[pdf] Camargos Jr, W. & Cols. (2005). Transtornos Invasivos do Desenvolvimento. Terceiro Milênio, 2ª ed., Brasília: CORDE.
[pdf] Mello, A. M. S. R. (2007). Autismo: guia prático, 5ª ed., Brasília: CORDE.

Palestras

[pdf] Andrade, M. Autismo, acessibilidade e problemas de comportamento.
[pdf] Silva, M. Como a ABA pode ser usada como forma de intervenção no tratamento de sintomas autísticos.
[pdf] Marques, M. B. Acessibilidade e vida social.
[pdf] Roscoe, M. H. Acessibilidade e pessoas com autismo: o papel das famílias.
[pdf] Mercadante, M. A questão do autismo na formação médica.
[pdf] Alm, K. Síndrome de Asperger.
[pdf] AVAPE. Acessibilidade e mercado de trabalho.
[pdf] Nilsson, I. Introdução à educação especial para pessoas com transtorno do espectro autístico e dificuldades semelhantes de aprendizagem.
[pdf] Nilsson, I. Acessibilidade e comunicação.
[pdf] Steinman, E. Acessibilidade: debatendo o fututo.
[pdf] Alves, D. O. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva.
[pdf] Amstalden, A. L. F. Política pública de saúde e autismo.
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