AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Entrevista para Rádio da Universidade Federal de Goiàs

https://jornalpombocorreio.wordpress.com/2015/04/01/blog-inova-orientando-autistas/

      Foto: Reprodução internet
Larissa Artiaga
Uma fon0audióloga goiana inovou ao utilizar a internet como mecanismo de complemento ao tratamento realizado com pessoas autistas.Motivada pela experiência pessoal enquanto mãe de um garoto autista, Mariluce Caetano criou em 2011 o blog “Autismo em Goiânia”.
A dificuldade encontrada na busca por informações sobre o transtorno, motivou a criação da página na internet.Ademais, o blog que tem como objetivo orientar familiares de autistas e difundir informações sobre a síndrome, já conta com mais de 400 mil acessos.
Experiência Pessoal
Mariluce informou que na época do nascimento de seu filho autista, há 11 anos, o acesso à informações sobre autismo na rede era restrito.Além disso, ela relatou sua experiência pessoal como mãe de uma criança autista.“Percebi que meu filho não estava se desenvolvendo de acordo com o padrão aos sete meses de idade.Primeiramente comecei a pesquisar sobre um possível problema de audição e com um ano e três meses após ele ter tomado a vacina MMR, ele perdeu todas as habilidades até então adquiridas.Meu filho perdeu a fala, o contato visual, e deixou de interagir.À partir desse momento notei que ele estava dentro do espectro”; conta Mariluce.
O que é autismo ?
Segundo o Ministério da Saúde, o Autismo, também chamado de Transtorno do Espectro Autista, é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD), causado por defeitos em partes do cérebro como por exemplo, o cerebelo.Contudo, não existem estudos que possam provar definitivamente as causas do autismo em cada pessoa.
A síndrome foi idenficada pela primeira vez na década de 1940, pelos médicos Leo Kanner e HansAsperger.Os estudos de Kanner e Asperger, possibilitaram a identificação de algumas características comuns aos autistas, como por exemplo, o isolamento em relação ao mundo externo e a repetição constante de movimentos e barulhos.
Tratamento 
O tratamento de uma pessoa autista envolve diversas áreas incluindo a fonoaudiologia.No entanto, a realização do tratamento pode apenas melhorar o desenvolvimento do autista, já que não há cura para o transtorno.
A fonoaudióloga explicou que o tratamento envolve estímulos físicos além do trabalho com a linguagem.“O tratamento abrange desde a estimulação intra-oral, com toda a parte do sistema estomatognático, lábios,língua, bochechas, trabalhando funções vegetativas como a respiração e a mastigação.Desse modo a criança autista adquire o quadro fonêmico, já que muitas vezes a criança autista possui seletividade alimentar.Além disso, é trabalhada a linguagem, por meio da introdução de métodos alternativos de comunicação como o PECs... .Através dos exercícios fonoaudiológicos a criança entra no processo de desenvolvimento da fala; elucida Mariluce.
Além do tratamento médico especializado, o acompanhamento de autistas também demanda a realização do processo educacional em escolas especiais.As escolas de educação especial desenvolvem um papel fundamental ao orientar os familiares, ajudando a inserir os autistas na sociedade por meio do atendimento prestado.
Confira o áudio da reportagem clicando no link:
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