AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

sábado, 19 de abril de 2014

O neuro receitou Risperidona... e agora, dar ou não dar?

http://autismohomeopatia.blogspot.com.br/2013/07/o-neuro-receitou-risperidona-e-agora.html?spref=fb&m=1


Atualmente, existem várias opções de tratamento para as crianças no espectro de autismo, dietas adaptadas, suplementação, terapia ocupacional, homeopatia, e como todo mundo sabe, os remedios psicotrópicos comumente receitados pelos neurologistas.

Um dos mais conhecidos dos pais é um remedio chamado Risperidona, mas há muitos outros com características muito similares. E quando um neurologista prescreve um remédio psicotrópico, eu imagino que muitos pais ficam na dúvida de dar ou não dar. "Mas o médico é o especialista, não é verdade. Se ele receitou, ruim não pode ser". E acabam tentando.

Como todo mundo sabe, cada criança tem sintomas totalmente diferentes dentro deste espectro enorme chamado autismo, com características totalmente individuais, e obviamente cada uma delas reage de uma maneira diferente a estes remédios. É impossível prever.

Algumas crianças inclusive, reagem de uma forma positiva, muitas vezes por alguns anos.

Mas os nossos filhos vão crescendo, e um dia eles serão adultos. Enquanto são crianças, de certa forma, o comportamento é controlável e tolerável. Eles são lindos, mesmo com as suas manias diferentes das outras crianças. E sabe-se que com a chegada dos hormônios da adolescência, a criança do espectro manifesta ainda mais a sua agressividade.

Por isso, quando eu penso no autismo do meu filho eu penso no futuro dele, não neste momento, no agora. Porque o autismo 'e comprovadamente um diagnostico temporário, que pode mudar, e ninguém, repito ninguem, 'e capaz de prever como a criança vai se desenvolver.

E nesse hora eu penso seriamente nestes remédios. Eu olho para estes rapazes com autismo grave que são totalmente dependentes dos remédios e morro de pena. Morro de pena porque a sua vida na fase adulta e a sua dependência existe exclusivamente por causa da decisão que os seus pais tomaram lá atrás, na infância, sem talvez realmente pensar nas consequencias.

Será que a criança, se tivesse podido escolher, teria optado pelos remédios psicotrópicos?

Um exemplo: veja este
 video que mostra como este jovem autista brasileiro sofre com a dependência dos remédios.

Eu venho pesquisando há algum tempo todos os tratamentos disponíveis e de uma coisa eu hoje tenho certeza: no momento em que o médico opta por receitar remédios psicotrópicos como a Risperidona, ele esta tentando controlar os sintomas da criança no presente,está jogando TODAS as possibilidades de recuperação futura da criança PELA JANELA. É uma decisão imediatista. 

Os remédios comprovadamente só acalmam ou controlam a agressividade, a irritabilidade, mas ela continua lá, dormente. Eles criam uma falsa sensação de controle, uma concentração e atenção artificiais, porque no momento em que a criança pára de tomar o remédio, esse progresso desaparece e ela regride.
Os remédios como a Risperidona nunca ajudarão a melhorar os sintomas de autismo da criança de nenhuma forma, não vão fazer com que a criança progrida.

POR QUÊ? 

Porque a criança apresenta atraso no desenvolvimento, falta de atenção, sensibilidade aguçada, hiperatividade (ou falta total de atividade, os casos variam), porque a criança apresenta:

1. acúmulo de metais pesados no cérebro, como mercúrio e alumínio (de forma geral, por causa da vacinas, já que muitas vacinas ainda contém mercúrio, e todas contém taxas de alumínio muitas mais altas do que o permitido, metal pesado altamente tóxico). Metais pesados acabam se alojando no cerébro porque a criança tem dificuldade de eliminação, o que prejudica o funcionamento do cérebro e consequentemente, do sistema imunológico, causando tudo que você vai ler nos próximos itens...
2. proliferacão de bacterias patogênicas, fungos e parasitas no intestino que o tornam permeável,  inundando seu corpo diariamente com toxinas que o tornam hiperativo, que causam tics, e atrapalham na concentracão,
3. deficiências nutricionais, como falta de zinco, magnésio, outros minerais ou vitaminas, o que prejudica o desenvolvimento, ou fazem por ex., com que a criança morda tudo o que vê pela frente, de roupa a sofá,
4. alergias e intolerâncias alimentares que o irritam constantemente.

Ou seja, para que fique bem claro: 
por ex., a sua unha não pára de doer. Daí você descobriu que a sua unha dói porque você tem uma infecção bacteriana ali. Eu te pergunto: você vai tentar tratar a infecção bacteriana ou você vai continuar tomando remédio para passar a dor da unha? 

Ou seja, a Risperidona vai dopar a crianca para "abafar" todo esse enorme rebuliço fisiológico que está acontecendo dentro dela, de uma forma artificial. Não vai curar nada.

PORTANTO: o que precisa realmente ser tratado são os sintomas citados:
 1. o acúmulo de metais através do tratamento dequelação de metais, 2. a proliferacao parasitaria e fungica, com tratamento com antiparasitarios e antifungicos, 3. as deficiencias nutricionais, com dieta adequada e suplementação. 

Todo médico sabe 
que remédios como a Risperidona só podem ser tomados por um período de tempo. É essencial mudá-los de tempos em tempos por causa dos efeitos colaterais.

A criança então, toma Risperidona por 1, 2 ou 3 anos. E depois disso? E quando ela completa, 10, 13 anos de idade?

A verdade, leitor, é que a vida da criança vai se tornando um pesadelo. Porque além de não ter tratado nenhum dos seus sintomas existentes, ela vai começar a desenvolver muitos outros problemas advindos do consumo de remédios, problemas que a criançanunca teve. Os problemas gastrointestinais podem piorar, sem falar nos problemas neurólogicos que a criança passará a desenvolver justamente por conta do consumo do remédio, como convulsões e tics nervosos.

Não se enganem, o futuro é negro, e não importa o que diga o neuro. Haverá aumento de peso, você talvez venha a precisar de outros remédios para controlar refluxo, acidez estomacal, problemas no fígado, nos rapazes haverá surgimento de mamas, e a alta probabilidade de que a criança/adolescente venha a ter convulsões.

Que ninguém se engane que a criança que toma Risperidona (ou similar, Risperdal, Ritalin...)  vai melhorar por milagre, a tendência é a de que, sem dúvida, os sintomas da criança se mantenham mais ou menos os mesmos, ou piorem. E como isso vai acontecer, não existe médico no mundo capaz de prever.

Todos se lembram do caso do adolescente que matou várias criancas a tiros na escola em Sandy Hook em 2012, nos EUA.

Este artigo lista os nomes de todos estes adolescentes dos EUA envolvidos em casos de assassinatos em escolas e ataques psicóticos similares, e todos eles tinham histórico de consumo de remédios psicotrópicos. Isso é algo muito sério, que estes remédios sejam capazes de criar um quadro psicótico em uma criança.

Eu me pergunto, os pais tem noção disso? Eles tentam imaginar os próprios filhos com 20 anos de idade quando eles aceitam adotar o uso de um remédio deste tipo? Se se perguntam que futuro estão oferecendo para os seus filhos quando lhes dão remédios?

Isso sem falar que a Risperidona não tem qualquer comprovação cientifica de eficácia. A Risperidona e' um remédio chamado de"off-label" pela comunidade médica internacionalRemédio "off-label" - em inglês - e' o nome que se dá a todos aqueles remédios que são receitados pelos médicos para tratarem certas doenças para as quais nunca foram testados.

Por que isso acontece: os laboratórios farmacêuticos gastam muito dinheiro em pesquisas com remédios, pesquisas duram anos, processos de patentes também. Quando o remédio passa a ser comercializado e não vende muito porque o remédio do laboratório da concorrência é melhor, o laboratório farmaceutico procura uma nova finalidade para o remédio, pra vender mais.

É o que acontece com os remédios prescritos para crianças autistas. Eu não conheço nenhum remédio testado com a população autista. Estes remédios um dia foram testados em adultos para tratar doenças como, por exemplo, a Sindrome de Alzheimer, mas como o remédio não está trazendo lucro... lança-se uma nova campanha de propaganda, e "re-inventa-se" o remédio. Os propagandistas passam a visitar os médicos semanalmente e fazem propaganda de que o remédio tem produzido efeitos positivos em crianças autistas. E os médicos então, passam a prescreve-lo.

Foi o que aconteceu com a Risperidona. A Risperidona foi um dia testada para tratar esquizofrenia. Os ensaios clinicos foram feitos com adultos. A Risperidona nunca foi testada em crianças

Ou seja, quando a a criança toma Risperidona, ela está tomando um remédio fortíssimo para tratar adultos que sofrem de esquizofrenia!
 

Este relatório de 2011 coleta toda a informação que existe sobre as provas existentes de eficácia da Risperidona (e outros 4 remedios). Na página ES-4 há uma tabela que mostra as evidências de eficácia da Risperidona no tratamento de crianças, dividido emansiosas, bi-polares e com atraso mental

As legendas que constam na tabela para a Risperidona são somente: BOLINHA - não há informação sobre prova de eficácia, + COM FUNDO AZUL CLARO - pouca ou muito pouca prova de eficácia.

Vale lembrar que a Risperidona pode causar aumento de peso e diabete tipo 2, efeitos secundários nos nervos motores (tics nervosos - tardive dyskinesia), e é por isso que não se pode utilizar Risperidona a longo prazo.

Veja aqui um video com explicação sobre a falácia que é a Risperidona.

Eu morro de pena de criancas que tomam remédio, mas com isso NÃO estou julgando os pais. Porque os pais seguem a orientação dos médicos! 

Dá pra julgar os médicos? De certa forma, poderia se dizer que.... nãose considerarmos que nem mesmo eles conhecem bem os remédios que receitam.

E como eu estou aqui fazendo essa afirmação?

psiquiatra inglês Ben Goldacre acabou de lançar - em 2013 - um livro bastante completo chamado BAD PHARMA ("A Má indústria farmaceutica") onde ele explica detalhadamente como, enquanto psiquiatratem uma dificuldade imensa de decidir que remédios receitar. Porque quando ele tenta procurar todos os estudos que foram feitos sobre um determinado remédio que vai receitar, a informação completa sobre efeitos colaterais quase nunca está disponivel, porque os ensaios clinicos cujos resultados foram negativos - ou seja, cujos efeitos colaterais prejudicias seriam suficientes para que a sua comercializacao fosse rejeitada pelas autoridades competentes - não chegam a ser publicados na literatura médica!

Assista o Dr. Ben Goldacre neste video, é muito interessante. Ele explica como os médicos não conhecem os remédios que receitam, e dá alguns exemplos reais que embasam o seu argumento.

O processo de produção de medicamentos, do momento dos estudos iniciais até o final, do controle por parte das autoridades que regulam a industria farmacêutica, é totalmente irregular, e porque não dizer, corrupta, um verdadeiro fracasso.

Os ensaios clinicos de remédios são planejados de forma parcial, para produzir resultados favoráveis, de forma que o laboratorio farmaceutico consiga comercializá-los. Os interesses são somente financeiros $$.

Uma vez que o laboratório tem a autorização para comercializar o remédio, os médicos são bombardeados com propaganda positiva do remedio, que pode-se dizer que é na verdade FALSA, porque é incompleta. Voce já ouviu falar de médico que vai pra Disney com a família com tudo pago por algum laboratório farmaceutico? Isso acontece, minha gente. Os laboratorios farmacêuticos são riquíssimos.

Vejam um exemplo nesta noticia de hoje:  "As alegações são feitas após alegações anteriores semelhantes de que a equipe de vendas do laboratório farmacêutico GlaxoSmithKline -GSK na China,  oferece aos médicos dinheiro, jantares e todas as despesas de viagem pagas para que receitem o Botox da GSK. Estas alegações, relatadas ao Wall Street Journal por uma fonte anônima, são de que a equipe de marketing da GSK na China tinha planos de dar quantias em dinheiro a médicos para cumprir "quotas" de prescrição do seu produto entre 2004-2010".

Em 2009, a famosa marca Pfizer foi condenada a pagar 2 bilhões de dolares por fazer marketing falso de remédios aos médicos, vejaaqui.

O seu neuro, na grande maioria das vezes, ignora totalmente muitos dos efeitos colaterias dos remédios que prescreve, e justamente por isso, ainda os prescreve, porque a informação não está disponivel, ela desaparece. 

Esse post é pra você pai e mãe, cuj@ filh@ ainda é criança: ele tem muitas chances de melhorar e de se recuperar. Como sabemos, através de terapia ocupacional, de amor, da restrição na dieta, de suplementação sob o tratamento "biomedico" (antigamente conhecido como tratamento "DAN! - Defeat Autism Now"). Há muitas opções. E muito mais, muito mais, com o tratamento homeopático.

Eu imagine o meu filho adulto. Se ele crescer como o pai, o que provavelmente vai, ele terá quase 2 metros de altura... Assusta pensar nas dificuldades que terei ao tratar um adulto com 2 metros de altura quando eu tenho 1.60 de altura.  

Eu já li as experiências de muitos pais e sei que os pais que tentam outros tratamentos por um período de tempo, constatam que JAMAIS precisarão dar remédios psicotrópicos.

Reflita: se o seu filho tivesse tido a opção de escolher, talvez ele NUNCA optasse por tomar remédios psicotrópicos. 


Eu amo o meu filho demais para fazê-lo de cobaia de um remédio para tratar sintomas para os quais nunca foi testado. 

E eu rezo para que Deus esteja ao nosso lado, e nos ajude para que NUNCA tenhamos que dar remédios psicotrópicos pra ele
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