AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

sábado, 6 de outubro de 2012

CRIANÇA COM HIPERATIVIDADE TEM DIREITO A ATIVIDADES ESCOLARES DIFERENCIADAS


Fonte: Sônia Aranha. 17/jul/2012  em: Conselho Estadual de Educaçãoeducação,política educacional

Crianças com Hiperatividade, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Déficit de Atenção, Autistas , Síndrome de Asperger, Depressão, Fratura de membro superior ou inferior, Síndrome de Down, Dislexia, dentre inúmeras outras alterações de saúde têm o direito de contar com condições especiais de atividades escolares segundo a Deliberação N.59/2006 e a Indicação de N.60/2006 do Conselho Estadual do Estado de São Paulo.
O texto da Deliberação N.59/2006, bem como o da Indicação N.60/2006, diz que existindo alterações no estado de saúde do aluno de ordem congênita ou adquiridas, perenes ou de duração variável, intermitentes ou ocasionais, motivadas por doença ou acidente de qualquer origem deve contar com condições especiais de atividades escolares de aprendizagem e avaliação.
Segundo a Indicação N.60/2006 é dever da escola “oferecer ao discente carente de saúde, que tem real dificuldade de cumprir as atividades escolares normais, a possibilidade de prosseguir nos estudos mediante condições especiais”
Mas para isso os pais deverão solicitar da escola o tratamento diferenciado e especial mediante atestado comprobatório emitido pelo médico responsável pelo tratamento.
Portanto, um alerta aos pais paulistas:  comunique a escola a respeito da  necessidade de seu (sua) filho (a) e depois cobrem dela um atendimento diferenciado antes que o final do ano chegue e com ele a retenção.
Abaixo os links:
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