AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Coleira para criança: será que a moda vai pegar?




A popularização de um acessório de segurança infantil que imita uma coleira cresce proporcionalmente à polêmica em relação ao seu uso.
A dúvida levantada por especialistas é: até que ponto a "rédea" é usada para proteger os pequenosou por simples comodidade dos pais.

A tal da coleira infantil

O acessório é uma espécie de mochila ou colete preso nas costas dos pequenos com uma alça que é levada pelos responsáveis, com isso a criança não consegue correr nem ficar fora do alcance dos adultos.
Coleira para criança: será que a moda vai pegar?
Enquanto alguns pais defendem a praticidade do produto, por manter o controle das crianças, outros se sentem agredidos por considerarem as cordas ou os fios que seguram a criança muito semelhantes à guia para animais. Alguns afirmam que seu uso é um retrocesso na educação dos filhos.
De acordo com Juliana Morillo, analista de comportamento e especialista em terapia familiar e de casal, a tranquilidade que o uso do acessório proporciona não pode substituir a função dos pais de educar e impor limites aos filhos.
Segundo a psicóloga Rosane Cristina Pereira Spizzirri, quando ocorrem falhas no processo de imposição e aprendizagem de limites, entram em cena instrumentos paliativos como esse. Apesar de ser contra o acessório, afirma que, em situações isoladas, pode ser uma alternativa. A utilização frequente da guia, porém, pode representar problemas em impôr regras aos pequenos.
Fonte: Cenáculo Universal / Zero Hora / Pediatria Brasil
Foto: Amazon
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