AUTISMO EM GOIÂNIA

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PALAVRAS DA FONOAUDIÓLOGA E MÃE MARILUCE

Eu não vou mudar meu filho porque é autista; eu prefiro mudar o mundo, e fazer um mundo melhor; pois é mais fácil meu filho entender o mundo, do que o mundo entender meu filho.

ESTOU SEMPRE NA BUSCA DE CONHECIMENTOS PARA AJUDAR MEU FILHO E PACIENTES. NÃO SOU ADEPTA DE NENHUM MÉTODO ESPECÍFICO, POIS PREFIRO ACREDITAR NOS SINAIS QUE CADA CRIANÇA DEMONSTRA. O MAIS IMPORTANTE É DEIXÁ-LOS SEREM CRIANÇAS, ACEITAR E AMAR O JEITO DIFERENTE DE SER DE CADA UM, POIS AFINAL; CADA CASO É UM CASO E PRECISAMOS RESPEITAR ESSAS DIFERENÇAS. COMPARAÇÃO? NÃO FAÇO NENHUMA. ISSO É SOFRIMENTO. MEU FILHO É ÚNICO, ASSIM COMO CADA PACIENTE.
SEMPRE REPASSO PARA OS PAIS - INFORMAÇÕES, ESTRATÉGIAS, ACOMODAÇÕES E PEÇO GENTILMENTE QUE "ESTUDEM" E NÃO FIQUEM SE LUDIBRIANDO COM "ESTÓRIAS" FANTASIOSAS DA INTERNET. PREFIRO VIVER O DIA APÓS DIA COM A CERTEZA DE QUE FAÇO O MELHOR PARA MEU FILHO E PACIENTES E QUE POSSO CONTAR COM OS MELHORES TERAPEUTAS - OS PAIS.

Por Mariluce Caetano Barbosa




COMO DEVO LIDAR COM MEU FILHO AUTISTA?

Comece por você, se reeduque, pois daqui pra frente seu mundo será totalmente diferente de tudo o que conheceu até agora. Se reeducar quer dizer: fale pouco, frases curtas e claras; aprenda a gostar de musicas que antes não ouviria; aprenda a ceder, sem se entregar; esqueça os preconceitos, seus ou dos outros, transcenda a coisas tão pequenas. Aprenda a ouvir sem que seja necessário palavras; aprenda a dar carinho sem esperar reciprocidade; aprenda a enxergar beleza onde ninguém vê coisa alguma; aprenda a valorizar os mínimos gestos. Aprenda a ser tradutora desse mundo tão caótico para ele, e você também terá de aprender a traduzir sentimentos, um exemplo disso: "nossa, meu filho tá tão agressivo", tradução: ele se sente frustrado e não sabe lidar com isso, ou está triste, ou apenas não sabe te dizer que ele não quer mais te ver chorando por ele.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

AUTISMO - Impacto Emocional

Impacto Emocional

Impacto Emocional
O autismo causa um grande impacto emocional sobre a família
As famílias podem passar por uma variedade de emoções quando ficam sabendo que o filho tem autismo. Isso varia muito entre famílias, e cada membro da família tem que se preparar para sua jornada emocional. Cada pai é de um jeito e as respostas emocionais variam amplamente. Podem ou não vivenciar algumas das seguintes emoções em ocasiões diversas.


Alívio

Se os pais sentem-se frustrados por não serem levados a sério quanto às preocupações que tem com o filho, ou se o diagnóstico demora muito, eles às vezes vivenciam alívio temporário. Dizem que finalmente começam a entender o comportamento do filho e a obter a ajuda certa.


Culpa

É muito comum os pais acharem que fizeram algo errado durante a gestação ou nos cuidados do filho. Se você se sente assim, não é o único. Mas lembre-se, as pesquisas mostram que as crianças não desenvolvem TEA em consequência de algo errado que os pais fizeram ao cuidar deles.


Perda

A maioria dos pais tem sonhos e aspirações para os filhos tanto antes de nascerem quanto quando são pequenos (“ela será bailarina”, ”ele vai torcer para o meu time de futebol”,”ela vai se formar, casar-se e nos dar netos”). Isso acontece principalmente antes do primeiro filho; eles têm uma idéia de como gostariam que ele fosse. A medida que observamos nosso bebê crescer, a maioria de nós precisa adaptar essas idéias enquanto vai conhecendo o indivíduo que ele é e, aos poucos, percebemos que tem personalidade e individualidade próprias. Podemos ajudar a moldar personalidades e nutrir nossos filhos, mas não podemos fazer deles algo que não são.
Esse processo é acentuado em crianças com TEA quando entendemos que talvez elas nunca poderão fazer, com facilidade, algumas das coisas que esperávamos ou desejávamos, ou que achamos naturais. Pais podem fazer perguntas como “Por que eu?” ou desejar que a situação fosse outra. Trata-se de uma reação normal a qualquer perda, até mesmo à perda de esperança no futuro.


Medo do futuro

Pais podem temer o futuro dos filhos. Quando a criança recebe o diagnóstico de TEA, os pais vivenciam não apenas tristeza e perda, mas vários temores em relação ao futuro que substituem as esperanças e as expectativas que tinham. É difícil nos ajustarmos a esses processos. Talvez as famílias tenham que rever suas aspirações para o filho e manter o futuro em mente à medida que a criança se desenvolve.


Buscar informações

Algumas famílias podem reunir o maior número possível de informações e entrar em contato com outros que têm experiência e compartilhar. Outras podem evitar informações e tentam esquecer tudo que faça lembrar o problema. Muitos jovens e suas famílias agora têm acesso à Internet e buscam suas próprias fontes de informação.
Como sobreviver a tudo isso.
Em geral, talvez ajude:
  • Aceitar o diagnóstico de TEA e ajudar outros familiares a fazer a mesma coisa.
  • Encontrar uma rede de apoio de família ou amigos.
  • Obter informações precisas sobre TEA.
  • Desenvolver atitude, crenças e estratégias positivas para enfrentar a situação.
  • Desenvolver relacionamentos construtivos com a escola e serviços de saúde.
     
Trecho extraído do livro "Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger"
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